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DICAS

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• Dicas importantes de instalação
Dicas importantes de instalação

► Verificar sempre a tensão de instalação antes de ligar os produtos à rede elétrica;

► Observar as indicações dos esquemas de ligação, impressos nas etiquetas dos produtos, verificando a correta instalação e a ausência de mal-contato;

► Nunca ligar os reatores eletrônicos sem as lâmpadas;

► Nunca utilizar continuamente em instalações com tensões abaixo de 10% (114V em redes 127V ou 198V em redes 220V) ou acima de 6% (135V em redes 127V ou 233V em redes 220V);

► Risco de choque elétrico: nunca substitua as lâmpadas com o reator energizado;

► Aguardar ao menos 1 minuto após o desligamento da energia antes de substituir as lâmpadas;

► Conferir as conexões dos fios nos soquetes e nos reatores, prevenindo mal-contato;

► Para garantir o correto funcionamento dos reatores e a máxima vida-útil das lâmpadas, as luminárias devem ser sempre aterradas;

► Os reatores eletrônicos não devem ser instalados a uma distância superior a 3m das lâmpadas/luminárias;

► Substituir as lâmpadas assim que apresentarem sinais de fim da vida-útil, como escurecimento das pontas, dificuldade de partida ou redução do fluxo;

► Utilização com sensores de presença, minuteiras e interruptores automáticos: deve-se evitar a utilização de reatores eletrônicos em conjunto com esses equipamentos, pois a vida-útil das lâmpadas está intimamente relacionada com o número de acendimentos. Apesar disso, em casos de ambientes com pouco fluxo (até 10 acendimentos diários), pode-se utilizar reatores de partida rápida ou ultra-rápida, mas nunca os de partida instantânea. Lembre-se: a vida-útil dos reatores e das lâmpadas está intimamente ligada ao número de acendimentos;

► Reatores eletrônicos não devem ser utilizados em locais com alto índice de umidade ou infiltrações;

► Não utilizar reatores eletrônicos com dimmer;

► Não instalar os reatores eletrônicos em locais/ambientes inflamáveis;

► Os reatores eletrônicos podem causar interferências em outros equipamentos eletrônicos sensíveis;

► Fique atento à temperatura ambiente. Os reatores são projetados para operar entre 10 e 50°C e terão a vida-útil reduzida consideravelmente em temperaturas fora desse limite;

► Lembre-se: a não observância destes itens anula a garantia dos produtos.
• Normas técnicas de iluminação de interiores
Normas técnicas de iluminação de interiores

NBR 5413 - 1992 - Iluminação de Interiores


Esta norma estabelece os valores de iluminancias medias minimas em serviço para iluminaçao artificial em interiores, onde se realizem atividades do comercio, industria, ensino , esportes e outras.

Iluminação por classe de tarefas visuais.
Classe Iluminância (lux) Tipos de Atividades
A 20 - 30 - 50 Áreas públicas com corredores escuros.
A 50 - 75 - 100 Orientação simples para permanência curta.
A 100 - 150 - 200 Recintos não usados para trabalho contínuo; depósito.
A 200 - 300 - 500 Tarefas com requisitos visuais limitados, trabalho bruto de maquinaria, auditórios.
B 500 - 750 - 1000 Tarefas com requisitos visuais normais, trabalho médio de maquinaria escritórios.
B 1000 - 1500 - 2000 Tarefas com requisitos especiais, gravação manual, inspeção, indústria de roupas.
B 2000 - 3000 - 5000 Tarefas visuais exatas e prolongadas, eletrônica de tamanho pequeno.
C 5000 - 7500 - 10000 Tarefas visuais muito exatas, montagem de microeletrônica.
C 10000 - 15000 - 20000 Tarefas visuais muito especiais, cirurgia.
A = Iluminação geral para éreas usadas ininterruptamente ou com tarefas visuais simples.
B = Iluminação geral para área de trabalho.
C = Iluminação adicional para tarefas visuais difíceis.

Obs.: As classes bem como os tipos de atividades não são rígidos quanto as iluminâncias limites recomendadas, ficandoo a critério do projetista avançar ou não nos valores das classes, tipos de atividade adjacentes, dependendo das características do local/tarefa.
• Materiais utilizados na
   fabricação de luminárias.
BASE
Aço galvanizado e alumínio de alta resistência à corrosão, deformidades mecânicas e as temperaturas elevadas, além de:
- Fácil limpeza e conservação;
- Longa vida útil;
- Totalmente reciclável.

CONJUNTOS ÓPTICOS
São os elementos responsáveis pela distribuição do fluxo luminoso, geralmente composto por refletor e difusor.

PARTE ELÉTRICA
Composta por agrupamentos ideais para o funcionamento da fonte luminosa como soquete, fiação, etc.

ACABAMENTO
Pintura eletrostática, utiliza tinta em pó. A primeira aderência é por eletrodeposição. Posteriormente é necessário seu cozimento em uma estufa.
O tempo e a temperatura utilizados no processo, garantem o melhor resultado estético e a maior durabilidade.
• Temperatura da cor
TEMPERATURA DA COR

É a aparência de cor de luz emitida pela lâmpada. Sua unidade é o Kelvin (k).

Quanto mais alta a temperatura da cor, mais clara é a tonalidade de cor da luz.

Ex.: Lâmpadas de temperatura 2.700k tem tonalidade suave (amarela) e uma lâmpada de 6.500k tem tonalidade bem clara (branca).


A luz branca proporciona ambientes mais dinâmicoa, ideais para áreas de trabalho, já a luz amarela proporciona um ambiente aconchegante, ideal para áreas de descanso.
• O que é LED
HISTÓRICO

Apesar do LED ser um componente muito comentado hoje em dia, sua invenção, por Nick Holonyac, aconteceu em 1963, somente na cor vermelha, com baixa intensidade luminosa ( 1 mcd ).


Por muito tempo, o LED era utilizado somente para indicação de estado, ou seja, em rádios, televisores e outros equipamentos, sinalizando se o aparelho estava ligado ou não.

O LED de cor amarela foi introduzido no final dos anos 60. Somente por volta de 1975 surgiu o primeiro LED verde – com comprimento de onda ao redor de 550 nm, o que é muito próximo do comprimento de onda do amarelo, porém com intensidade um pouco maior, da ordem de algumas dezenas de milicandelas.

Durante os anos 80, com a introdução da tecnologia Al ln GaP, os LEDs da cor vermelha e âmbar conseguiram atingir níveis de intensidade luminosa que permitiram acelerar o processo de substituição de lâmpadas, principalmente na indústria automotiva.

Entretanto, somente no início dos anos 90, com o surgimento da tecnologia InGaN foi possível obter-se LEDs com comprimento de onda menores, nas cores azul, verde e ciano, tecnologia esta que propiciou a obtenção do LED branco, cobrinho, assim, todo o espectro de cores.

Até então, todos estes LEDs apresentavam no máximo de 4.000 a 8.000 milicandelas, com um ângulo de emissão entre 8 a 30 graus.

Foi quando, no final dos anos 90, apareceu o primeiro LED de potência Luxeon, o qual foi responsável por uma verdadeira revolução na tecnologia dos LEDs, pois apresentava um fluxo luminoso ( não mais intensidade luminosa ) da ordem de 30 a 40 lumens e com um ângulo de emissão de 110 graus.

Hoje em dia, temos LEDs que atingem a marca de 120 lumens de fluxo luminoso, e com potência de 1,0 – 3,0 e 5,0 watts, disponíveis em várias cores, responsáveis pelo aumento considerável na substituição de alguns tipos de lâmpadas em várias aplicações de iluminação.

OS LEDS NÃO LIBERAM CALOR

A luz emitida pelos LEDs é fria devido a não presença de infravermelho no feixe luminoso.

Entretando, os LEDs liberam a potência dissipada em forma de calor e este é um fator que deve ser levado em consideração quando do projeto de um dispositivo com LEDs, pois a não bservância deste fato poderá levar o LED a uma degradação acentuada do seu fluxo luminoso, bem como redução da sua vida útil.

Boa parte da potência aplicada ao LED é transformada em forma de calor e a utilização de dissipadores térmicos deverá ser considerada a fim de que o calor gerado seja dissipado adequadamente ao ambiente, permitindo que a temperatura de junção do semicondutor ( Tj ) esteja dentro dos limites especificados pelo fabricante.

BENEFÍCIOS NO USO DOS LEDS

* Maior vida útil: Dependendo da aplicação, a vida útil do equipamento é longa, sem necessidade de troca. Considera-se como vida útil uma manutenção mínima de luz igual a 70%, após 50.000 horas de uso.

* Custos de manutenção reduzidos: Em função de sua longa vida útil, a manutenção é bem menor, representando menores custos.

* Eficiência: Apresentam maior eficiência que as Lâmpadas incandescnetes e halógenas e, hoje, muito próximo da eficiência das fluorescentes ( em torno de 50 lumens / Watt ) mas este número tende a aumentar no futuro.

* Baixa voltagem de operação: Não representa perigo para o instalador.

* Resistência a impactos e vibrações: Utiliza tecnologia de estado sólido, portanto, sem filamentos, vidros, etc, aumentando a sua robustez.

* Controle dinâmico da cor: Com a utilização adequada, pode-se obter um espectro variado de cores, incluindo várias tonalidades de branco, permitindo um ajuste perfeito da temperatura de cor desejada.

* Acionamento instantâneo: Tem acionamento instantâneo, mesmo quando está operando em temperaturas baixas.

* Controle de Intensidade variável: Seu fluxo luminoso é variável em função da variação da corrente elétrica aplicada a ele, possibilitando, com isto, um ajuste preciso da intensidade de luz da luminária.

* Cores vivas e saturadas sem filtros: Emite comprimento de onda monocromático, que significa emissão de luz na cor certa, ( veja espectro de cores ) tornando-a mais viva e saturada. Os LEDs coloridos dispensam a utilização de filtros que causam perda de intensidade e provocam uma alteração na cor, principalmente em luminárias externas, em função da ação da radiação ultravioleta do sol.

* Luz direta, aumento da eficiência do sistema: Apesar de ainda não ser a fonte luminosa mais eficiente, pode-se obter luminárias com alta eficiência, em função da possibilidade de direcionamento da luz emitida pelo LED.

* Ecologicamente correto: Não utiliza mercúrio ou qualquer outro elemento que cause dano à natureza.

* Ausência de ultravioleta: Não emitem radiação ultravioleta sendo ideais para aplicações onde este tipo de radiação é indesejada. Ex.: Quadros – obras de arte etc... * Ausência de infravermelho: Também não emitem radiação infravermelho, fazendo com que o feixe luminoso seja frio.

* Com tecnologia adequada P.W.M, é possível a dimerização entre 0% e 100% de sua intensidade, e utilizando-se Controladores Colormix Microprocessados, obtém-se novas cores, oriundas das misturas das cores básicas. Que são: branco, azul, verde, azul, verde, amarelo, vermelho.

* Ao contrário das lâmpadas fluorescentes que tem um maior desgaste da sua vida útil no momento em que são ligadas, nos LEDs é possível o acendimento e apagamento rapidamente possibilitando o efeito “flash”, sem detrimento da vida útil.
• O que é Iluminação Simétrica/Assimétrica
SIMÉTRICA

O uso de projetores simétricos permite uma luz mais homogênea na parede. O ângulo de inclinação sugerido é de 30 graus, mas dependerá principalmente da curva de distribuição de luz do sistema escolhido.
A luz simétrica também pode ser dirigida por meio do uso de embutidos orientáveis e apots. Com a utilização de aparelhos de iluminação específicos, conseguimos destacar quadros e objetos de forma extremamente precisa, através do requadro. É uma solução que pode ser composta com o uso de acessórios como lente de escultura, lente colorida, regulador de contornos, diafragmas de abertura e globos metálicos. Este efeito acentua a plasticidade das obras expostas, proporcinando uma atmosfera sublime.

ASSIMÉTRICA

Além de destacar objetos como quadros, define os espaços verticais e amplia o ambiente. O ângulo de inclinação sugerido do ponto de intersecção do piso para o teto é de 20 graus, mas depende da curva de distribuição de luz do sistema escolhido.
• Grau de Proteção
GRAU DE PROTEÇÃO (IP)

O que significa?

Usuários de equipamentos industriais constantemente se deparam com um IP seguido de dois dígitos e, muitas vezes, não sabem o que significam ou qual a diferença entre um e outro.

O código ou classificação IP (IP pode significar Ingress Protection, Proteção contra Ingresso, ou International Protection, Proteção Internacional) foi criado pela Comissão Internacional de Eletrotécnica – IEC – para determinar critérios de ingresso de materiais sólidos e líquidos em equipamentos elétricos protegidos mecanicamente por algum tipo de carcaça, conforme norma 60529.

Cada número representa a resistência a uma condição padrão: o primeiro dígito representa a ingresso de elementos sólidos – inclusive partes do corpo, como dedos – e o segundo dígito representa a entrada de elementos líquidos. Quanto maior o número, maior sua a resistência ao ingresso de corpos estranhos.

Nível Tamanho dos objetos o qual está protegido Efetivo contra…
0 --- Nenhuma proteção contra ingresso de objetos.
1 > 50 mm Qualquer superfície ampla do corpo, tal como o dorso das mãos, mas nenhuma proteção contra contato deliberado da parte do corpo.
2 > 12.5 mm Dedos ou objetos de tamanho similar.
3 > 2.5 mm Ferramentas, fios mais espessos, etc.
4 > 1 mm Maioria dos fios, parafusos, etc.
5 Protegido contra poeira Entrada de poeira não é inteiramente vetada, entretanto não deve permitir entrada suficiente para interferir no pleno funcionamento do equipamento; proteção completa contra contato.
6 Selado contra poeira Nenhuma entrada de poeira; proteção completa contra contato.


Líquidos, segundo dígito
Nível Protegido contra.. Testado em… Detalhes
0 Não protegido ----- -----
1 Derramamento de água Derramamento de água (pingando verticalmente) não deve ter efeito nocivo. Duração do teste: 10 minutosFluxo equivalente a 1mm de chuva por minuto
2 Derramamento de água em um ângulo de até 15° Derramamento de água não deve ter efeito nocivo quando a carcaça estive inclinada até 15° em relação à sua posição normal. Duração do teste: 10 minutosFluxo equivalente a 3mm de chuva por minuto
3 Asperção de água Derramamento de água em forma de spray em qualquer ângulo até 60° da posição vertical não deve ter efeito nocivo. Duração do teste: 5 minutosVolume de água: 0.7 litros por minuto Pressão: 80–100 kN/m²
4 Respingo de água Respingos de água contra a superfície da carcaça não devem ter efeito nocivo. Duração do teste: 5 minutosVolume de água: 10 litros por minuto Pressão: 80–100 kN/m²
5 Jatos de água Água projetada por um bico (6.3mm) contra a carcaça, de qualquer direção, não devem ter efeito nocivo. Duração do teste: no mínimo 3 minutosVolume de água: 12.5 litros per minute Pressão: 30 kN/m² a uma distância de 3m
6 Jato forte de água Água projetada em forma de jato forte (bico de 12,7 mm) contra a carcaça, de qualquer direção não deve ter efeito nocivo. Duração do teste: no mínimo 3 minutosVolume de água: 100 litros per minute Pressão: 100 kN/m² a uma distância de 3m
7 Imersão em água, até 1 m Ingresso de água não é possível quando a carcaça está imersa em água, em condições definidas de pressão e tempo (até 1 m de profundidade). Duração do teste: 30 minutosImersão 1m de profundidade
8 Imerso além de 1m O equipamento é adequado para uso em imersão contínua em água, sob condições as quais devem ser especificadas pelo fabricante. Normalmente, significa que o equipamento é hermeticamente selado. Entretanto, com certos tipos de equipamento, pode significar que é permitida a entrada de água, mas de maneira que não produza efeitos nocivos. Duração do teste: continua imersão em águaProfundidade especificada pelo fabricante

Equipamentos formados por diversos componentes eletrônicos podem apresentar diferentes classificações de IP para cada parte. Entretanto, vale a menor classificação.
• O que é LUMINOTÉCNICO
CONCEITOS DE LUMINOTECNICA

Luminotécnica é o estudo da aplicação de iluminação artificial tanto em espaços interiores como exteriores.

FLUXO LUMINOSO

É a potência de radiação total emitida por uma fonte de luz, ou é a potência de energia luminosa de uma fonte percebida pelo olho humano.

As lâmpadas conforme seu tipo e potência apresentam fluxos luminosos diversos:
- lâmpada incandescente de 100 W: 1000 lm;
- lâmpada fluorescente de 40 W: 1700 a 3250 lm;
- lâmpada vapor de mercúrio 250W: 12.700 lm;
- lâmpada multi-vapor metálico de 250W: 17.000 lm

EFICIÊNCIA LUMINOSA

É a relação entre o fluxo luminoso emitido por umalâmpada e a potência elétrica desta lâmpada.
- lâmpada incandescente de 100W: 10 lm/W
- lâmpada fluorescente de 40 W: 42,5 lm/W a 81,5 lm/W.
- lâmpada vapor de mercúrio de 250W: 50 lm/W.
- lâmpada multi-vapor metálico de 250W: 68 lm/W.

INTENSIDADE LUMINOSA

É a potência da radiação luminosa numa dada direção. A intensidade luminosa é a grandeza de base do sistema internacional parailuminação, e a unidade é a candela (cd).

ILUMINÂNCIA OU ILUMINAMENTO

É a relação entre o fluxo luminoso incidentenuma superfície e a superfície sobre a qual este incide; ou seja é a densidade defluxo luminoso na superfície sobre a qual este incide. A unidade é o LUX, definidocomo o iluminamento de uma superfície de 1 m2 recebendo de uma fonte puntiformea 1m de distância, na direção normal, um fluxo luminoso de 1 lúmen, uniformementedistribuído.

EXEMPLOS DE ILUMINÂNCIA

Dia ensolarado de verão em local aberto 100.000 lux
Dia encoberto de verão 20.000 lux
Dia escuro de inverno 3.000 lux
Boa iluminação de rua 20 a 40 lux
Noite de lua cheia 0,25 lux
Luz de estrelas 0,01 lux.

ÍNDICE DE REPRODUÇÃO DE COR – IRC

O índice de reprodução de cor é baseado em uma tentativa de mensurar a percepção da cor avaliada pelo cérebro.

O IRC é o valor percentual médio relativo à sensação de reprodução de cor, baseado em uma série de cores padrões.

Para indicar de forma consistente as propriedades de reprodução de cor de uma fonte de luz, idealizou-se um índice de reprodução de cores padrões sob diferentes iluminantes.

Um IRC em torno de 60 pode ser considerado razoável, 80 é bom e 90 é excelente. Claro que tudo irá depender da exigência da aplicação que uma lâmpada deve atender. Um IRC de 60 mostra-se inadequado para uma iluminação de loja, porém, é mais que suficiente para a iluminação de vias públicas.

Exemplos
- Lâmpada - IRC
- Fluorescente - 60
- Vapor de mercúrio - 55
- Vapor metálico - 70
- Vapor de sódio A. . P. - 30

TEMPERATURA DE COR

No instante que um ferreiro coloca uma peça de ferro no fogo, esta peça passa acomportar-se segundo a lei de Planck e vai adquirindo diferentes colorações na medida que sua temperatura aumenta. Na temperatura ambiente sua cor é escura, tal qual o ferro, mas será vermelha a 1000 K, amarelada em 3.000 K, branca azulada em 6.000K. Sua cor será cada vez mais clara até atingir seu ponto de fusão.

É a aparência de cor de luz emitida pela lâmpada. Sua unidade é o Kelvin (k).

Quanto mais alta a temperatura da cor, mais clara é a tonalidade de cor da luz.

Ex.: Lâmpadas de temperatura 2.700k tem tonalidade suave (amarela) e uma lâmpada de 6.500k tem tonalidade bem clara (branca).

A luz branca proporciona ambientes mais dinâmicoa, ideais para áreas de trabalho, já a luz amarela proporciona um ambiente aconchegante, ideal para áreas de descanso.